23/07/2020 às 09h14min - Atualizada em 23/07/2020 às 09h14min

Mamão: Viroses, principalmente a meleira-do-mamoeiro, voltaram a preocupar mamocultores

Mamocultores devem se atentar e realizar vistorias em suas áreas, praticando corretamente os métodos de controle

Redação com assessoria
CEPEA/Esalq
 Viroses, principalmente a meleira-do-mamoeiro, voltaram a preocupar mamocultores no Norte do Espírito Santo e no Sul da Bahia nos últimos meses. Agentes consultados pelo Hortifruti/Cepea apontam que a região de Pinheiros (ES), onde predomina a produção de formosa, tem sido a mais afetada.

Ainda conforme produtores, esse cenário reflete os menores cuidados em algumas lavouras locais, visto que os baixos preços deste ano estão descapitalizando o setor, e os impactos do novo coronavírus no funcionamento dos órgãos de fiscalização fitossanitária, já que houve paralisação e/ou redução dessas atividades em algumas localidades.

Como a meleira é uma doença que não tem tratamento e que leva o mamoeiro à morte, podendo ser transmitida por meio de métodos mecânicos e/ou pelo vetor mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo b), realizar inspeções frequentes nas lavouras, eliminando as plantas infectadas (prática do roguing), é a principal medida de controle, segundo a Embrapa.

Assim, como as visitas técnicas de fiscalização diminuíram, mamocultores devem se atentar e realizar vistorias em suas áreas, praticando corretamente os métodos de controle para eliminação total dos inóculos do vírus, para que o problema não se agrave e gere ainda mais prejuízos ao setor. 

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