25/06/2020 às 10h29min - Atualizada em 25/06/2020 às 10h29min

Vacinação contra febre aftosa alcança 99,15% do rebanho de Mato Grosso

INDEA-MT inicia busca por propriedades rurais inadimplentes com a vacina no Estado

Redação com assessoria
Indea MT
Vacinação de bovinos e bubalinos de todas as idades encerrou em 10 de junho - Foto por: Francisco Alves/ SECOM MT
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Os pecuaristas de Mato Grosso finalizaram a vacinação contra a febre aftosa em 10 de junho, dia 20 deste mês, comunicaram ao Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (INDEA-MT). Bovinos e bubalinos de todas as idades foram imunizados, chegando a 99,15% do rebanho de 30 milhões de cabeças e a 96,7% dos estabelecimentos rurais.

“Os resultados foram excelentes e este percentual é muito importante porque garante a sanidade do gado e da carne produzida em Mato Grosso. Mesmo com todas as restrições pela pandemia, os servidores do INDEA-MT tomaram os cuidados necessários e conseguimos um resultado melhor que no período do ano passado. Isso significa que a parceria entre iniciativa privada, Governo e uma boa gestão no órgão público possibilita números favoráveis”, afirma César Miranda, secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso.

A partir de agora, os técnicos do INDEA-MT começam a fase de busca pelos estabelecimentos inadimplentes, que são 3,34% de 107 mil propriedades rurais.

“O baixo percentual é resultado de um intenso trabalho de divulgação, educação sanitária, fiscalização, pactuação entre as partes envolvidas e irrestrito apoio dos produtores rurais, que se mostraram comprometidos e mais uma vez alcançaram excelentes resultados para a pecuária mato-grossense”, afirma o diretor técnico do INDEA-MT, Renan Tomazele.

A etapa de vacinação contra a febre aftosa foi estendida neste ano para 55 dias para que não houvesse aglomeração na compra das vacinas e nem na comunicação ao INDEA-MT.

Como estratégias no período da pandemia, o Instituto também descentralizou os atendimentos de forma itinerante em assentamentos rurais e barreiras sanitárias na fronteira com a Bolívia. Também viabilizou a comunicação remota por e-mail, propiciando comodidade e segurança ao pecuarista.

Todos os bovinos e bubalinos foram envolvidos nesta etapa da vacinação, exceto a microrregião do Baixo Pantanal Mato-grossense e zona do bloco I na região Oeste do Estado.


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