02/03/2022 às 12h04min - Atualizada em 02/03/2022 às 12h04min

Cientistas alertam sobre nova praga exótica que atinge plantios de goiabeira

O inseto é capaz de causar sérios danos aos cultivos de iriaba no Brasil, resultando em recursos financeiros aos produtores.

Síglia Souza
Embrapa Amazônia Ocidental
Luadir Gasparotto
-

Pesquisadores da Embrapa identificaram uma espécie de cochonilha exótica Capulinia linarosae em uma propriedade rural no estado do Amazonas. É o primeiro registro da ocorrência no Brasil dessa cochonilha, que tem um histórico de danos severos aos cultivos de goiabeira. Até o momento há indícios de ocorrência em outros estados brasileiros, mas os pesquisadores alertam que é importante atuar no monitoramento e prevenção do inseto para os divulgadores.

 

As cochonilhas são pequenos insetos parasitas que sugam a seiva da planta. De acordo com relato dos pesquisadores, a espécie Capulinia linarosae , age destruindo ramos, folhas, frutos, chegando a causar a morte das goiabeiras. Sua ocorrência causa problemas pela alta controle, podendo levar a uma festa controlada. Situação serve de alerta para produtores de goiaba no Amazonas e em outros estados, pois é um dos maiores produtores do Brasil de Goiaba, sendo a maior maioria em estado seguido por Pernambuco, São Paulo e Ceará.

 

As informações sobre o controle da Unidade Gasparga e Adauto Maurício Tavares, lançada pela Embrapa Amazônia , pesquisa da Unidade Lua Gasparotto e Adauto Maurício Tavares ; Norton Polo Benito , da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (DF); e Raimundo Nonato Carvalho da Rocha , da Embrapa Arroz e Feijão (GO).

 

Os dados sobre o problema estão sendo divulgados para também as organizações Ocidental de defesa fitossanitária Brasil, segundo informa o pesquisador da Embrapa Amazônia Gasparotto. É importante que os produtores de goiaba também tenham conhecimento das medidas de controle para essa praga e dos sintomas que a caracterizam.



Foto: Embrapa
 

 

Como controlar

 

Algumas medidas de controle foram aplicadas no município de Iranduba. A propriedade, que serviu de base para a pesquisa, é do produtor de frutas Edney Marques. Ele conta que a infestação foi alta e gerou perda de frutos. “Afetou bastante a produção e dá muito trabalho para controlar”, complementa Marques. 

 

Com base nessa experimentação, foram enviados como poda de limpeza e remoção dos galhos Os lhos removidos podem ser enterrados, queimados expostos ao sol para promover a ou ga morte das cochonilhas Nas que não podem ser podadas, as partes duram como cascas e insetos com a ajuda de umescovão de cerdas. Nas áreas das escovas, foi aplicado óleo mineral (75,6% m/v) na concentração do produto de 1,5 ml para 1 L de água. O controle da praga se deu após duas aplicações com intervalos de 15 dias. 

 

O agrônomo Selmo da Costa, produtor de no município de Mana (AM), contém também a inclusão de problemas semelhantes com a presença de cinco frutas de goiaba e perdeu a produção de cinco anos da cochonilha ex seu plantio em seu plantio de goiaba e perdeu a produção de cinco anos da cochonilha e perdeu a produção de presença de cinco anos de goiaba e perdeu a produção de cinco anos da cochonilha. Fez a poda, mas sem poder restaurar o plantio, vendeu uma área. Costa relata que iniciou novo plantio em outra área com 380 pés de goiaba no campo. Nesse está fazendo monitoramento, para evitar novas espécies. “É extremamente difícil de controlar”, afirma o agrônomo, que trabalha no órgão estadual de extensão rural no Amazonas, o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas ( Idam). Visitas a outras propriedades, conta que foram encontradas em Goiabeiras que apresentam sintomas semelhantes em municípios amazonenses próximos a Manaus, em propriedades no interior de Manaquiri, Manacapuru, Careiro da Várzea, Careiro-Castanho e Rio Preto da Eva, em plantios pequenos de até um hectare. Embora os mesmos sejam confirmados, ainda não são cochonilhas da mesma espécie.


Fique atento aos sintomas
 

A praga inicia o ataque na região sombria da base, forma colônias de tronco cochonilhas, que se estendem pelo caule acima, destruindo a casca e as partes do lenho. Essas colônias atendem os ramos superiores. As plantas baixas emitem brotações e os ramos morrem. 

 

Como medida preventiva para contenção de plantas, os pesquisadores recomendam a realização de colônias periódicas e, como manter a medida que surjam novas colônias da colônia, fazer uma aplicação preventiva da contenção o óleo mineral dirigido como insetos de insetos. 
 

O que fazer casos em suspeitos

 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ( Mapa) foi consultado sobre o risco do inseto se estender a outros estados com cultivos de goiabeira. A resposta do Mapa é que “o risco de dispersão existe, mas ainda não há estudos sobre a abrangência da praga nem de sua real capacidade de dispersão na região”. Com detecção da ocorrência praga no Brasil, o Ministério orienta que os produtores de goiaba acrescentam medidas de controle para a cochonilha em sua rotina de manejo agronômico. Também informou que se o encontrar em seu plantio sintomas ou casos suspeitos de infestação da praga, deve buscar sobre medidas de controle com engenheiros produtores de grônomos e órgãos que prestam assistência técnica rural em sua região. Como a praga não é regulamentada, não há necessidade de notificação de sua ocorrência aos órgãos oficiais.

 

Juliana Ribeiro Alexandre, chefe da divisão de pragas do Brasil, explica que após a notificação da presença da praga no Brasil, o setor responsável pelo Ministério avaliou o risco que a  Capulinia linarosae  representaria para o País e chegou à conclusão de que a “Não foi identificado um impacto único inaceitável, considerando os seguintes aspectos: “Não foi identificado para um impacto único inaceitável e mane capaz de manter uma produção mesmo um hospedeiro e mane possível em situação viável para manter uma produção mesmo inaceitável. Não é clara sua abrangência, pois há indícios de que já são disseminadas na região Norte do país, considerando os problemas taxonômicos da pesquisa do gênero que é nativo a  Capulinia jabobae.” Diante dessas considerações, ela explica que não se programa para a necessidade de controle da criação oficial, por parte do Mapa, por conter a região indicada pela notificação. 
 



Foto: Embrapa
 

Como foi identificado no Brasil

 

Amostras da praga foram coletadas em uma fazenda com cultivos de goiabeira no município de Iranduba próximo a Manaus (AM). Depois de desvitalizados e conservados em álcool 70%, foram enviados para identificação no laboratório da Estação Quarentenária da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. 


Foram montadas 20 lâminas, uma lâmina por lâmina, com fêmeas adultas. As cochonilhas foram identificadas como sendo da espécie Capulinia linarosae ( Hemiptera: Coccoidea: Eriococcidae ). As lâminas estão guardadas na coleção de Referência de Insetos e Ácaros da Estação Quarentenária.

 

O que é uma praga quarentenária?

 

Quarentenária é todo o organismo de natureza animal e vegetal, que Praga permanece mesmo em outros países ou regiões, sob controle permanente, ameaça à economia agrícola do Brasil ou região importadora exposta. Já a praga ausente não está presente no País, mas os danos mais importantes, quarenten potencial de causar. ( Fonte: Embrapa )


Sobre as cochonilhas em goiabeiras
 

De acordo com o pesquisador importante da Embrapa Amazônia Adautos do mundo, as cocholhas são de insetos devido aos ambientes que vivem na agricultura em todo o mundo. “No Brasil as cochonilhas que foram registradas com destaque em plantios de goiabeira são a cochonilha-branca, cochonilha-verde, cochonilha-rosada, escama cabeça-de-prego, cochonilhas-de-cera, cochonilha-vermelha, cochonilha Pérola-da -terra e cochonilha-da-raiz”, informa. 

 

Uma nova espécie foi encontrada no Amazonas de linha 20 pela primeira vez em 1993, porém só em 1993, encontrada como uma nova espécie que passou por um ser denominado Capuli  & Gullan. Nos anos, plantios de plantio na Venezuela foram várias vezes pela praga.


 

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