22/12/2021 às 11h39min - Atualizada em 22/12/2021 às 11h39min

Suíno tem forte queda no preço e piora ainda mais a relação de troca com insumos

A pressão sobre os preços do animal vem da maior oferta de suínos e do enfraquecimento da procura por novos lotes para abate.

Assessoria
CEPEA/Esalq
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As intensas quedas das cotações do suíno vivo na última semana (entre 14 e 21 de dezembro) reduziram o poder de compra de suinocultores paulistas e catarinenses frente aos principais insumos da atividade, milho e farelo de soja.

Segundo colaboradores do Cepea, a pressão sobre os preços do animal vem da maior oferta de suínos e do enfraquecimento da procura por novos lotes para abate.

Já no mercado de milho, segundo levantamento da Equipe Grãos/Cepea, apesar de os preços seguirem firmes na maior parte das regiões, devido à postura retraída de vendedores, boa parte dos compradores se mostra abastecida, o que acaba limitando as valorizações.

Mesmo assim, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do milho (Campinas – SP) subiu 0,98% nos últimos sete dias.

Para o farelo de soja, ainda segundo a Equipe de Grãos/Cepea, a valorização do dólar frente ao Real elevou o interesse de compradores externos pela soja brasileira, aumentando a disputa entre os agentes dos mercados doméstico e internacional e, consequentemente, os preços internos.

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