07/10/2021 às 09h08min - Atualizada em 07/10/2021 às 09h08min

Suíno teria que ser vendido a partir de R$208/@ para acompanhar a alta do preço dos insumos

Milho teve alta de 227% em 12 meses, farelo de soja 198% no mesmo periodo

Redação com assessoria
Suisite / Embrapa Suinos e Aves
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Segundo dados divulgados recentemente pelo site suisite.com.br, em setembro os suinocultores comercializaram a arroba do suíno vivo terminado no interior de São Paulo por valor que apontou evolução mensal de 1,6%, enquanto na comparação com o preço médio praticado em 2019, apresenta evolução de 147%, significativamente abaixo do índice recorde na casa dos 196% atingido em novembro do ano passado.

A Embrapa Suínos e Aves apresentou um estudo que aponta uma grande diferença entre a evolução do preço pago aos suinocultores e a valorização dos insumos alimentares utilizados na nutrição do animais. O milho foi o único entre os produtos relacionados que apontou redução no preço mensal em setembro, mas continuou apresentando a maior evolução entre os produtos. Em setembro o índice alcançado retrocedeu para 227%, equivalendo a 23 pontos percentuais abaixo da evolução recorde alcançada em maio último.


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No caso do farelo de soja, este alcançou evolução mensal de 1,8%, enquanto atingiu evolução de 198% em comparação com a base de 2019. Em relação ao maior índice alcançado em fevereiro de 2021, aponta perda de 40 pontos percentuais.

Se tivesse acompanhado a evolução alcançada no Milho, a arroba do suíno teria sido comercializada por R$206,34, enquanto pela do Farelo de Soja seria de R$179,56. O resultado é que o valor real recebido pelos suinocultores de R$133,21 se encontra 35,4% e 25,8% abaixo desses patamares de preços, respectivamente.



 

 

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