14/04/2021 às 08h09min - Atualizada em 14/04/2021 às 08h09min

Milho se aproxima de R$104,00 a saca na B3

Grandes empresas começam a importar o grão, dando sinais de que preço mais altos estão por vir

Redação com assessoria
TF Agroeconômica e Deral-PR
Nessa terça-feira, 13/04 o milho fechou novamente em forte alta na bolsa em São Paulo. Os principais motivos apontados por especialistas são a escassez do produto no mercado interno e externo. 

 A cotação de maio fechou em alta de R$ 1,95 no dia, a R$ 103,87, sendo que a máxima chegou a R$ 103,99, enquanto a de julho avançou R$ 1,81 no dia, para R$ 99,31, e a de setembro avançou R$ 2,53 no dia, para R$ 93,99.

“As notícias de que os negócios físicos internos se consolidam em R$ 100,00, de que as importações de milho argentino continuam e de que há atrasos no plantio de milho nos Estados Unidos e preocupações com o clima, que fizeram Chicago subir 11,25 cents/bushel nesta terça-feira. Os executivos destas grandes empresas, ao se antecipar e fazer grandes importações de milho, parecem confirmar nossa convicção de que os preços irão subir nos três longos meses que ainda faltam até o início da colheita da Safrinha brasileira”, comenta a equipe de analistas da Consultoria TF Agroeconômica.

No Paraná, o Departamento de Economia Rural (Deral) trouxe dados preocupantes sobre a segunda safra do segundo maior produtor da safrinha. “Nesta semana, o percentual de lavouras em boas condições caiu de 92% para 76%. No fim de março, a entidade reduziu a projeção de safra no estado de 13,553 milhões de toneladas para 13,382 milhões de toneladas. Vale a pena mencionar que nos últimos 5 anos a participação do estado na produção do milho safrinha representou 16% da produção nacional”, concluem os analistas.

 
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