04/11/2020 às 10h43min - Atualizada em 04/11/2020 às 10h43min

O boi gordo teve aumento foi de 1,73% e fechou a R$ 249,17/@. Já para a vaca gorda, o acréscimo foi de 1,46%, com cotação média de R$ 239,64/@.

Em MT o bezerro de ano novamente apresentou alta ante a semana anterior e ficou cotado a R$ 2.309,90/cab.

Redação com assessoria
IMEA MT
Mais bovinos: o IBGE divulgou os dados do rebanho bovino de 2019 e o rebanho do Centro-Oeste aumentou apenas 0,24% ante a 2018. Este aumento mais ameno foi influenciado, principalmente, pela queda do rebanho do MS, em -7,12%, e da leve alta em GO, de 0,59%. O resultado só não foi menor, pois, MT - que corresponde a 42,88% do rebanho do CO e 14,79% do nacional – teve incremento de 5,10% no período, totalizando cerca de 31,74 milhões de cabeças.

Este é o maior rebanho da série histórica do IBGE para MT. Já segundo dados do Indea-MT, os aumentos anuais mais significativos foram na região nordeste, de +5,44%, seguida da região médionorte com +3,32% nesse mesmo comparativo.

Apesar desta região possuir o menor plantel do estado, este cenário pode estar atrelado à expansão do confinamento que aconteceu no último ano por lá. A região sudeste também se destacou, onde está localizado uma grande parte de frigoríficos, com aumento de +3,25% ante a 2018.

• O mercado da bovinocultura de corte apresentou variações positivas no comparativo semanal. Para o boi gordo, o aumento foi de 1,73% e fechou a R$ 249,17/@. Já para a vaca gorda, o acréscimo foi de 1,46%, com cotação média de R$ 239,64/@.

• Devido à baixa oferta no mercado de reposição, o bezerro de ano novamente apresentou alta. No comparativo semanal, o acréscimo foi de 2,04% ante a semana anterior e ficou cotado a R$ 2.309,90/cab.

• Na última semana de outubro, a escala de abate apresentou decréscimo de 0,27 dia e encerrou a semana na média dos 5,00 dias.

• No mercado atacadista, o equivalente físico (EF) seguiu em alta na semana passada. Sendo assim, a cotação média ficou em torno de R$ 234,24/@, aumento de 2,84% nesse comparativo. 

SÉRIE CUSTO DE PRODUÇÃO:

Diante do cenário de altos custos de produção nas próximas três semanas será iniciado uma série de análises a respeito dos itens que mais têm contribuído para o aumento dos gastos do pecuarista.

Para se ter uma ideia do quanto subiu, nesta foi analisado o movimento do 3º tri de 2020 dos três tipos de sistemas: cria, recria e engorda. No período, o Custo Operacional Total (COT) subiu +2,90% para a cria, +9,08% para recria-engorda e +0,85% para ciclo completo, os quais fecharam com custos médios de R$ 130,11/@, R$ 172, 70/@ e R$ 117, 48/@, na mesma ordem.

Já no comparativo anual, a cria e recria-engorda tiveram altas mais expressivas de 6,32% e 26,26%, respectivamente, porém o ciclo completo apresentou leve decréscimo de -0,33%. De modo geral, a mão de obra, aquisição de animais e com a suplementação foram os principais responsáveis por esta conjuntura.

Na próxima semana, será analisado com mais detalhes o impacto destes itens para o sistema de cria. Acompanhe!

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